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Educação formal e informal. Formal –
Escola, Sindicato, Igreja ...
Culturas e educação:
Filme com Anthony Quinn “The savage innocents”
1960
HOMEM =/ significados =/ contexto homem – sociedade –
reprodução – transformação -
professores
Mogly, o menino lobo - como imagem de inserção
social
*Função da escola é a
inserção social Relações sociais
// relações conflituosas Revolução
industrial // novo padrão da sociedade // nova educação
social // influencia européia
1970 Bourdieu,
Pierre - >> A reprodução
A
avaliação é o principal instrumento de
exclusão da educação.
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O que é Educação? Texto
de: Carlos Rodrigues Brandão
“[...]
de tudo o que se discute hoje sobre a educação,
algumas questões entre as mais importantes estão
escritas nesta carta dos índios. Não há uma
forma única de modelo de educação; a escola
não é o único lugar onde acontece e talvez
nem seja o melhor; o ensino escolar não é a sua
única prática e o professor profissional não
é o seu único praticante.”
 Pierre
Bourdieu
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“... Rigorosidade metódica ...” –
Paulo
Freire 4:
Política e educação. São Paulo:
Cortez, 2001. (5a edição)
4.1.
PARTICIPAÇÃO: MUDANÇA E RIGOROSIDADE
METÓDICA
4.1.1.
"A primeira observação a ser feita é
que a participação, enquanto exercício de
voz, de ter voz, de ingerir, de decidir em certos níveis
de poder, enquanto direito de cidadania se acha em relação
direta, necessária, com a prática
educativo-progressista, se os educadores e educadoras que a
realizam são coerentes com seu discurso. O que quero dizer
é o seguinte: constitui contradição
gritante, incoerência clamorosa uma prática
educativa que se pretende progressista mas que se realiza dentro
de modelos de tal maneira rígidos, verticais, em que não
há lugar para a mais mínima posição
de dúvida, de curiosidade, de crítica, de sugestão,
de presença viva, com voz, de professores e professoras
que devem estar submissos aos pacotes; dos educandos, cujo
direito se resume ao dever de estudar sem indagar, sem duvidar,
submissos aos professores; dos zeladores, das cozinheiras, dos
vigias que, trabalhando na escola, são também
educadores e precisam ter voz; dos pais, das mães, que são
convidados a vir à escola ou para festinhas de fim de ano
ou para receber queixas de seus filhos ou para se engajar em
mutirões para o reparo do prédio ou até para
'participar' de quotas a fim de comprar material escolar ... Nos
exemplos que dei, temos, de um lado, a proibição ou
a inibição total da participação; de
outro, a falsa participação." (Pág. 73)
Patrícia, Mauricio e Márcia - grifo destaca citação
também exposta por Gílcia
4.1.2.
"De forma simples, esquemática até, mas não
simplista, poderemos dizer que toda situação
educativa implica:
a)
Presença de sujeitos. O sujeito que, ensinando, aprende e
o sujeito que, aprendendo, ensina. Educador e educando.
b)
Objetos de conhecimento a ser ensinados pelo professor (educador)
e a ser apreendidos pelos alunos (educandos) para que possam
aprendê-los.Conteúdos.
c)
Objetivos mediatos e imediatos a que se destina ou se orienta a
prática educativa.
É
exatamente esta necessidade de ir mais além de seu momento
atuante ou do momento em que se realiza - diretividade da
educação - que, não permitindo a
neutralidade da prática educativa, exige do educadora
assunção, de forma ética, de seu sonho, que
é político. Por isso, impossivelmente neutra, a
prática educativa coloca ao educador o imperativo de
decidir, portanto de romper ou de optar, tarefas de sujeito
participante e não de objeto manipulado.
d)
Métodos, processos, técnicas de ensino, materiais
didáticos, que devem estar em coerência com os
objetivos, com a opção política, com a
utopia, com o sonho de que o projeto pedagógico está
impregnado." (Pág. 69) Patrícia, Mauricio e
Márcia
4.1.3.
"(...) fazendo educação numa perspectiva
crítica, progressista, nos obrigamos, por coerência,
a engendrar, a estimular, a favorecer, na própria prática
educativa, o exercício do direito à participação
por parte de quem esteja direta ou indiretamente ligado ao que
fazer educativo." (pág. 64) Gilcia
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