Prof. Renato
20-03-07

Cidade Educativa

 

Resumo de aula -

Projeção de filme sobre industrial. (On line)
Olhar crítico:
Relações de trabalho dificultadas
Fordismo como avanço para a sociedade da época
Aumento da produção
Consumo em massa
Realização de sonho-capacidade aquisitiva
Fortalecimento dos sindicatos
Aglomerações em torno do progresso produtivo e relações de consumo
Transferência Tecnológica entre ramos industriais (inclusive materiais bélicos)
Marketing – apelo ao cosumo
Difusão de bens de consumo – eletrodomésticos
Aceleração na realização dos serviços domésticos - Maior tempo disponível para mulher se dedicar às outras atividades
Carro – melhoria da acessibilidade – criação de bairros afastados – subúrbios
Energia - aumento do consumo de energia
Diferenciações entre os trabalhadores – o caso dos engajados nas indústrias como a automobilística
Concorrência entre fabricantes (países)
Especialização ou trabalho repetitivo – trabalhador substituível eformado rapidamente

 

Site do instituto que estuda o state of world “urban spanl”
http://www.wwi.org

O termo “o peru no pires”, significa um terreno pequeno com uma mansão encima.

 

Pensar certo é fazer certo

Atitude, postura ética

Comprometimento ideológico.

(1.4), (1.5), (1.6)
Ensinar exige criticidade (critério)
O moviemento neste ponto é o da “passagem” de uma curiosidade ingênua para um modo epistemológico de ser curioso, com crítica e critério. De posse desse jeito de investigar o educador se coloca diante do novo, como por exemplo, diante da tecnologia, com critérios éticos e estéticos, com critérios de coerência. Decência e boniteza devem estar de mãos dadas.
Sem essa ética da decência e da pureza não existe a estética e a beleza do pensar certo e coerente, ambas capazes de investir a técnica, a tecnologia e a experencia educativa de seu potencial transformador.
Outro desdobramento da coerência ética, estética e crítica é a clareza ideológica do ato de ensinar, que compromete o educador não apenas com o discurso, antes com o testemunho de suas “crenças” na prática educativa