6-02-07
Silvio Bonilha


Códigos, Linguagens e suas Tecnologias

LING – PCN

Anotações feitas durante a aula


PCN (Parâmetros Curriculares)

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Produção <<< >>> Recepção



Pressão da mídia (a força do veículo) Teoria da Recepção ou Estética da Recepção – Luiz Costa Lima
Retira o foco do produto e coloca o foco no consumidor.  
A atenção deve ser dada ao recptor.
Roland Bar – texto em psicanalise - diferença entre o ouvir e o estudar.
Alunos que têm problemas com a linguagem. Bloqueios  neorológicos.
Experiência com alunos. Alunos redigiram um recorte de sua vida. Foram produzidos textos diversos muito interessantes e fortes.

Educo

duco = conduzir



Monumento às Bandeiras
Ibirapuera - São Paulo – SP
Brecheret

Objetos de estudo:
As mídias. Não é possível estudarmos didática sem conhecermos as mídias.
Estudar a importância das mídias. Como caminhar em conjunto com a mídia.
Efeitos da mídia nos meios, na cidade nos costumes, na cultura.
Manifestação das cidades. “O verdadeiro teatro não está nos palcos, está nas cenas de rua”
Brecheret
Quando que o mundo do jornalismo é bom, noticioso?
Como se constroem os repertórios.
A convergência tecnológica, as redes, os celulares, e outros diversos meios de comunicação.

O texto é o código hegemônico.

Texto
Entregue para Leitura

“Realidade Pensamento e Linguagen”

Desconfortos, medos e dúvidas do professor

Como (os alunos) vão receber meus ensinamentos?
Serei criativo?
Vou saber responder todas as perguntas?
Se eu não conseguir “seduzir” os alunos?
Como não reincidir nos erros?
Pra que isso (minhas aulas) vai servir?
Minha aula será compreendida?
Se perguntarem algo que não sei?
Os alunos vão me respeitar (disciplina) como professor(a)?
Como resolver a baixa concentração?
Vou falar sozinho?
Vai faltar entusiasmo para eu ensinar?

Autoridade > autoritas > autoria

Professor é pessoa pública, exemplo, modelo.

Conceito de Educação segundo Kant.

Professor também é um ator?



Goethe

“ [...]o primeiro dever do homem é ser mais superficial possível o segundo eu não me lembro [...]”
“(…) e eu ao fim de tantos anos, demasiados anos, cheguei à conclusão de que só devemos escrever sobre aquilo que gostamos. Acho que a crítica contrária não tem sentido; por exemplo, Schopenhauer pensava que Hegel era um impostor ou um idiota, ou as duas coisas. Bom, agora os dois convivem pacificamente nas histórias da filosofia alemã. Novalis pensava que Goethe era um escritor superficial, apenas correcto, meramente elegante; comparava as obras de Goethe às mobílias inglesas… bem, agora Novalis e Goethe são dois clássicos. Isto significa que aquilo que se escreve contra alguém não prejudica esse alguém, e não sei se o que se escreve a favor o enaltece; mas eu há muito tempo que escrevo sobre o que gosto, pois penso que quando não gosto de alguma coisa é mais por causa de uma incapacidade minha ou parvoíce, e não tenho de tentar convencer os outros. (...)“

Jorge Luís Borges



Fernando Pessoa

«O Caso da Janela Estreita». 1ª publ. in A Novela Policial-Dedutiva em Fernando Pessoa . Fernando Luso Soares. Lisboa: Diabril, 1976

Filosofia: Inteligência
Na novela «A Janela Estreita», são definidos três tipos de inteligência.

http://arquivopessoa.net/textos/4336
(site em 2010)



Roland Barthes

A tarefa do professor é conduzir pela mão.” (Roland Barthes – aula)
O conhecimento está em construção. (ver
Wikipédia)



Edgar Allan Poe

Edgar Allan Poe - A carta roubada


Traçando um paralelo com o conto de Allan Poe. O bom professor busca, nos alunos, a leitura dos sinais como um investigador.


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